Sou tudo quanto em mim houver espaço
E traço um fim para cada parte ou pedaço
Da vida dura, a amargura teço em nó...
A dor passada vira pó e eu adormeço
Esqueço o tamanho da ferida e me proibo de beber
Vou me abster de alma sofrida
E na escala, desço um tom pra cantar baixo, e é aí que eu me acho...
Correu... Passou... É o tempo que chegou pra me fazer agir
Estive em todos os lugares, procurando, em demasiado descompasso apressado
O que se achava bem aqui, e que sempre... Sempre esteve ao meu lado

